segunda-feira, 19 de junho de 2017

Das demoras

A minha frase favorita de sempre. Hoje relembrada pelas redes sociais. É tão assustadoramente verdadeira que me embrulha as emoções. É muito isto. 

domingo, 18 de junho de 2017

Dos afectos


O choque e a dor desta tragédia faz-me emocionar muito, ou não fosse eu feita emoções. É inimaginável Viver estas vidas mas revivemos com cada uma delas cada vez que ouvimos e vemos o seu banho de desespero e dor. No meio deste negro fumo surgem raios de luz de esperança disfarçados de solidariedade. E é aqui que fazemos a diferença. É urgente os afectos, é urgente o Dar(-se), é urgente amenizar estes corações despidos de tudo. Todos temos obrigação de o fazer. Chega de passividade e alheamento perante a dor e perda humana. Todos podemos ajudar... Vamos ajudar os bombeiros e as autoridades que arriscam as vidas para salvar outras. O seu lema é "para que outros vivam"... e nós podemos ajudar! Desloquemo-nos às corporações de bombeiros, façamos as nossas contribuições: águas (sem e com gás), barras energéticas, fruta verde, cobertores, roupa, ligaduras, compressas, etc. Todos podemos fazer a diferença, todos. 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Dos sonhos


Sempre fui uma miúda sonhadora, desde pequena. Continuo a ser dentro da realidade que me cerca... uns dias mais outros dias menos. Sou interiormente inquieta. Olho para trás e vejo que fui construindo o meu caminho degrau a degrau, sem grandezas ou utopias. Venho de uma família humilde, muito, e sempre quis Ser maior. Não é maior do que os outros, é maior que Eu mesma. Lutei muito... contra marés e correntes contrárias. Olho para trás e sorrio... Estou a um (ou dois) passo de acabar um Doutoramento. Quero ter uma vida melhor e mais desafogada que os mais pais, e quero fornecer-lhes essa vida também para a velhice. Dos sonhos de menina... poucos restam, poucos vivem na réstia da esperança. A Vida mostra-nos que os caminhos chamam-se caminhos por alguma razão. Nunca são como queremos... mas não deixam de ser caminhos, mais ou menos acidentados. O importante é não pararmos de caminhar... e manter os sonhos bem acesos. Quando nos faltar a Fé, que o Amor prevaleça e nos dê forças. Apesar de tudo, eu continuo a acreditar (ou quero/tento) que é o Amor que nos salva e nos mantém vivos. 

terça-feira, 13 de junho de 2017

Dia de Sto. António


Ó meu rico Sto. António
Meu Santo de devoção
Tantas fogueiras saltei
Que me deste finalmente a mão

A chave única que te dei
O estrangeiro a ganhou
Abriu o meu coração
Mas que a dúvida tomou

Neste teu dia solene
Pouco mais tenho a pedir
Só que me dês uma ajudinha
Que tenho uma sorte de fugir

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Há dias difíceis...

Baleal 2015

... e depois há o dia de hoje. Tenho saudades de um pôr-do-sol no mar, muitas.

domingo, 11 de junho de 2017

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O Amor...


.. é o que nos salva. Digo esta frase muitas vezes e cada vez faz mais sentido. O Amor aos nossos e aos outros, o Amor ao que acreditamos, o Amor à Vida... com tudo o que tem de melhor ou "menos melhor". 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Barreiras


As relações humanas são difíceis de gerir, em qualquer contexto. Em qualquer relação é preciso sentir-se importante, dar importância e Ser importante. Sem estes três factores, em uníssono, as relações acabam por se esvair no tempo e no espaço. Não somos todos iguais na maneira de demonstrar importância, é certo. Mas, pelo menos podemos/devemos valorizar e demonstrar a quem nos dá importância. 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Há pessoas...


...que são (a minha) casa. A sensação de segurança, tranquilidade, paz e Amor quando entramos. O refúgio, o abrigo. Há pessoas que são (o meu) abrigo. 

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Música do dia


"How would you feel, if I told you I loved you?
It's just something that I want to do
I'll be taking my time, spending my life
Falling deeper in love with you
So tell me that you love me too"

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Dignidade


A imprensa divulgou nas redes sociais um vídeo em que um rapaz coloca as mãos dentro das calças de uma rapariga, dentro de um autocarro, na zona do Porto. Primeiro, para mim este vídeo evidencia a sociedade em que vivemos. O que interessa é curtir a vida sem laços com nada nem ninguém... Inconsciência, irresponsabilidade, frieza, falta de escrúpulos, valores efémeros. Segundo, a revolta pela passividade e divertimento dos que assistiam perante o abuso. Terceiro, a podridão dos "media" que divulgam, sem crivo algum, este tipo de vídeo com exposição mediática e desumana dos intervenientes. Para mim, este é um vídeo de excessos de álcool ou drogas de ambas as partes. Contudo, nada justifica o atentado à dignidade humana que esta rapariga sofre... pelos motivos já ditos. Como é possível isto acontecer nos dias de hoje, com toda a informação que as gerações mais novas recebem e têm acesso? Onde é que perdemos a humanidade nas emoções e sentimentos? É só muito triste e revoltante. Espero sinceramente que a devida justiça seja feita. 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Frase do (meu) dia


"A distância pode ser o factor de maior aproximação das pessoas"

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Namoro


Ontem, na sessão do meu Grupo de Jovens, resolvemos abordar o tema Namoro, Amor e Violência. Queremos que cresçam na Fé mas acima de tudo que cresçam como Seres Humanos equilibrados e conscientes. Convidámos um Orador já palmejado nestas andanças. No meio de muitas questões, umas inquietantes outras divertidas, ele pergunta: Porque namoramos com alguém? Porque estamos com alguém? Para que "serve" uma relação? Uns disseram que era para estarem felizes, outros para fazerem alguém feliz. Ele insatisfeito continuou a insistir até expor o que queria. Que não devemos estar com alguém porque nos queremos completar, de todo. Uma relação envolve construção. Envolve disponibilidade e vontade de ambos, apesar de manterem a sua individualidade, de quererem construir algo em conjunto... porque sentem que vale a pena... porque se complementam, mesmo sendo diferentes. Eu costumo referir que só devemos estar perto de quem nos acrescenta. E o Amor é isto mesmo. Acrescentar algo... Em Nós, no Outro e na Vida. E se a incompatibilidade das diferenças for maior do que o sentimento? Há que respeitar o Ser de cada um mas sem esquecer o nosso Ser e Sentir. É cansativo? É! Dá trabalho? Dá! Mas é um trabalho de equipa! E algo que é a chave... o diálogo. As palavras não ditas secam na garganta e formam nós. As coisas começam a ser mais difíceis de digerir, cada vez mais. A reciprocidade e a disponibilidade de ouvir... de aceitar a diferença... do querer... do sentir. Sem isto, não há edifício que perdure... por mais Amor que exista.