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sábado, 27 de outubro de 2018
sexta-feira, 6 de julho de 2018
quarta-feira, 20 de junho de 2018
Deus
Sou uma mulher de Fé, sempre fui e sempre serei. Desde sempre que sei que Deus é Amor, na Vida terrena e não terrena. O que transmito a quem me rodeia é isso mesmo... Seja aos meus meninos do Grupo de Jovens, aos meus catequizandos, aos meus amigos. Mas, a quem eu tento mesmo transmitir e dar esperança é a quem mais precisa dado a realidade dura em que vive. Ontem partiu uma querida amiga. Um Exemplo de força e doçura como nunca vi. Viu-me crescer. Nos seus últimos meses de vida terrena tentei confortá-la sempre, dar-lhe esperança na Fé... Não pela Cura, essa infelizmente há muito que estava perdida, mas esperança na passagem de Vida. Há cerca de duas semanas, recebi uma cruz benzida e logo me lembrei dela. Deus é Amor, e esse Amor não é egoísta... tem de ser partilhado, em especial pelos que mais precisam. Enviei-lhe. Ela ficou super feliz. Ontem soube que ela disse que ia partir para um sítio melhor. Eu tenho a certeza que sim. Faleceu junto ao mar, junto dos que mais Amava, como tanto queria. Hoje, na sequência de um exame médico determinante, lembrei-me sempre dela e do que lhe transmiti. Fui com medo, mas com Fé. Correu tudo bem. Tenho muito para dar... tanto. E mais uma vez sei que Deus me acompanha sempre no Seu Amor, e me faz seu instrumento diariamente. É o poder da Cruz de Cristo que me move <33>
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quarta-feira, 2 de maio de 2018
Perdida
Há fases na Vida em que não sabemos grande coisa sobre nós... Andamos perdidos no turbilhão da Vida. Há tanta coisa que queria dizer, mas não sei como nem o quê. Olho para mim e não vejo cor. Logo eu, que sempre fui tão colorida. O sorriso já não vem fácil. O olhar é cinzento. Há fases complicadas, na Vida e em Nós mesmos. Lutas interiores e exteriores dificeis... As maiores de sempre. Sei que luto e remo... Mas não sei bem para onde e se é o melhor. A Vida consegue ser ingrata por vezes, mas acredito que é por alguma razão. Só quero que atenue... rápido... Quero a minha Paz, preciso.
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Das coisas boas
A vida é feita dos pedacinhos que deixamos e levamos aos outros. Em todos os meus internamentos, fiz amigas. A S., uma mulher serena de 39 anos que quer muito ser mãe e os miomas que tinha não deixavam. A O., uma mulher divertida de 55 anos que lhe havia sido diagnosticado cancro do endométrio. Quando teve alta eu tinha acabado de chegar da operação e, ainda meio atordoada, senti as suas festinhas na cara a despedir-se. Arrumou-me a mesinha de cabeceira deixando só o meu terço em cima. A A., uma mulher doce de 52 anos que tirou um nódulo na mama e amava a sua neta, exibindo com orgulho as fotografias que possuía. A E., uma mulher inteligente de 65 anos que havia perdido tudo nos incêndios de Castanheira de Pêra e tinha sofrido uma histerectomia. A G., uma mulher culta de 72 anos que devido à idade tirou o útero e me deixou um livro como prenda "E se eu fosse Deus". Curioso... :) No meio do caos, do medo e da incerteza, é isto que mais importa.
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Escolhas
Todos os dias me pergunto se sigo o caminho certo. Se as escolhas que faço são as mais correctas, se os trilhos que palmo são os que me levam ao sítio certo (seja ele qual for). Nunca saberei... a única coisa que sei é que independentemente da escolha que faça, faço-o sempre com o coração e com honestidade. Faço-o porque sinto ser o melhor e mais correcto, para mim e para os outros. Posso ser mal interpretada... Sentirem desinteresse ou falta de sacrifício, ou pior... falta de vontade. Não, nada do que me move é isso. O Amor é o que me move... A mim e aos outros. E lamento... lamento mesmo muito se a Vida não conspira a meu (nosso) favor. Lamento perturbar a Vida dos outros com as minhas escolhas. Mas só sei ser assim... Inteiramente honesta ao que trago no peito.
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017
O Cancro
A palavra que mais ecoa na minha cabeça de uns tempos para cá. Sou da área de ciências mas ninguém nos ensina a lidar com esta doença. Sei como se forma, sei o que afecta, sei o que pode vir a fazer ao corpo. Não sei como se lida com ela. No início deste mês foi-me diagnosticado um tumor borderline no ovário. Este tipo de tumor, que não é maligno nem benigno, é o chamado início de cancro do ovário. Durante uns dias custou habituar-me a esta ideia e à ideia de perder um ovário pelo meio. Estive internada duas vezes. Das duas vezes lidei de perto, muito perto, com doenças inimagináveis e dolorosas para as mulheres. Biópsias, mastectomias, histerectomias, etc. Cada história ouvida é sentida com igual intensidade à dor de quem a partilha. Lê-se medo no olhar, sente-se a tristeza e revolta. Mas em cada uma delas também vejo a força, a esperança e a alegria do querer. Vejo a esperança e resignação do "podia ser pior". E de facto pode. Ontem uma menina de 13 anos disse-me que tem um nódulo mamário e é controlada de 3 em 3 meses, com medicação diária. Hoje soube que um colega de trabalho, com menos de 30 anos, será seguido no IPO. Continuo sem saber lidar com esta doença. Mas, uma coisa eu sei... Tudo na vida se aprende. Aprende-se a lidar para a seguir se vencer. Eu acredito na força e vontade do querer, e acreditar já é meio caminho para a vitória.
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terça-feira, 18 de julho de 2017
Coisas da Vida
Ontem, quando saí do departamento, passei por um casal de meia idade a retirar comida do caixote do lixo. Os caixotes junto das cantinas estão normalmente recheados de comida, ou outros produtos, que diariamente são descartados. O carrinho de mão que traziam denuncia uma prática recorrente. Estas situações dão-me sempre um aperto no estômago. Tentar perceber o ponto de desespero ou necessidade que leva alguém a procurar comida num caixote do lixo, diariamente. É só muito triste.
domingo, 9 de julho de 2017
domingo, 18 de junho de 2017
Dos afectos
O choque e a dor desta tragédia faz-me emocionar muito, ou não fosse eu feita emoções. É inimaginável Viver estas vidas mas revivemos com cada uma delas cada vez que ouvimos e vemos o seu banho de desespero e dor. No meio deste negro fumo surgem raios de luz de esperança disfarçados de solidariedade. E é aqui que fazemos a diferença. É urgente os afectos, é urgente o Dar(-se), é urgente amenizar estes corações despidos de tudo. Todos temos obrigação de o fazer. Chega de passividade e alheamento perante a dor e perda humana. Todos podemos ajudar... Vamos ajudar os bombeiros e as autoridades que arriscam as vidas para salvar outras. O seu lema é "para que outros vivam"... e nós podemos ajudar! Desloquemo-nos às corporações de bombeiros, façamos as nossas contribuições: águas (sem e com gás), barras energéticas, fruta verde, cobertores, roupa, ligaduras, compressas, etc. Todos podemos fazer a diferença, todos.
quarta-feira, 14 de junho de 2017
Dos sonhos
Sempre fui uma miúda sonhadora, desde pequena. Continuo a ser dentro da realidade que me cerca... uns dias mais outros dias menos. Sou interiormente inquieta. Olho para trás e vejo que fui construindo o meu caminho degrau a degrau, sem grandezas ou utopias. Venho de uma família humilde, muito, e sempre quis Ser maior. Não é maior do que os outros, é maior que Eu mesma. Lutei muito... contra marés e correntes contrárias. Olho para trás e sorrio... Estou a um (ou dois) passo de acabar um Doutoramento. Quero ter uma vida melhor e mais desafogada que os mais pais, e quero fornecer-lhes essa vida também para a velhice. Dos sonhos de menina... poucos restam, poucos vivem na réstia da esperança. A Vida mostra-nos que os caminhos chamam-se caminhos por alguma razão. Nunca são como queremos... mas não deixam de ser caminhos, mais ou menos acidentados. O importante é não pararmos de caminhar... e manter os sonhos bem acesos. Quando nos faltar a Fé, que o Amor prevaleça e nos dê forças. Apesar de tudo, eu continuo a acreditar (ou quero/tento) que é o Amor que nos salva e nos mantém vivos.
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segunda-feira, 15 de maio de 2017
Namoro
Ontem, na sessão do meu Grupo de Jovens, resolvemos abordar o tema Namoro, Amor e Violência. Queremos que cresçam na Fé mas acima de tudo que cresçam como Seres Humanos equilibrados e conscientes. Convidámos um Orador já palmejado nestas andanças. No meio de muitas questões, umas inquietantes outras divertidas, ele pergunta: Porque namoramos com alguém? Porque estamos com alguém? Para que "serve" uma relação? Uns disseram que era para estarem felizes, outros para fazerem alguém feliz. Ele insatisfeito continuou a insistir até expor o que queria. Que não devemos estar com alguém porque nos queremos completar, de todo. Uma relação envolve construção. Envolve disponibilidade e vontade de ambos, apesar de manterem a sua individualidade, de quererem construir algo em conjunto... porque sentem que vale a pena... porque se complementam, mesmo sendo diferentes. Eu costumo referir que só devemos estar perto de quem nos acrescenta. E o Amor é isto mesmo. Acrescentar algo... Em Nós, no Outro e na Vida. E se a incompatibilidade das diferenças for maior do que o sentimento? Há que respeitar o Ser de cada um mas sem esquecer o nosso Ser e Sentir. É cansativo? É! Dá trabalho? Dá! Mas é um trabalho de equipa! E algo que é a chave... o diálogo. As palavras não ditas secam na garganta e formam nós. As coisas começam a ser mais difíceis de digerir, cada vez mais. A reciprocidade e a disponibilidade de ouvir... de aceitar a diferença... do querer... do sentir. Sem isto, não há edifício que perdure... por mais Amor que exista.
sábado, 13 de maio de 2017
sexta-feira, 5 de maio de 2017
E agora?
A pergunta que me faço desde há algum tempo para cá... com alguma frequência. Seja na vida profissional, seja na vida pessoal. As dúvidas emergem e branqueiam-me a mente. O medo atrofia-me o raciocínio e desorienta-me os pensamentos. A bússola interior fica desgovernada. Mas com as dúvidas também emergem as certezas. Aliás, eu diria que são dependentes uma da outra. A certeza no que Sou, no que quero e no que Sinto. No que Sinto mais do que tudo... e é tão maior do que a dúvida.
sábado, 29 de abril de 2017
Dos Mundos
... que se entrelaçam. Uns eternamente, uns fugazmente. Uns com laços fortes, uns com laços frágeis. Mundos entrelaçados por sentimentos e deslaçados por dúvidas e incompatibilidades. Mundos...
segunda-feira, 10 de abril de 2017
sábado, 1 de abril de 2017
Dez
Cada vez observamos mais casais infelizes e com falta de capacidade para ultrapassar as crises normais de uma relação. Muitas vezes não há Amor, muitas vezes não há Paixão, muitas vezes não há motivação... Hoje, a passear pelo Facebook, li qualquer coisa como "Segredos de uma relação duradoura". Para além do factor principal que é haver Amor, podem-se resumir a 10 palavrinhas "simples": Companheirismo, Liberdade, Auto-estima, Respeito, Diálogo, Mudança, Surpresa, Elogio, Toque, e Intimidade. Parece tão simples... Então porque complicamos? :)
quarta-feira, 29 de março de 2017
Palavras
Eu sou feita de palavras. Todas... Ditas e não ditas. Principalmente as não ditas. As piores. As que consomem e se alimentam de medos e inseguranças. As que nos fazem vacilar. As que nos fazem duvidar de caminhos e sentimentos. Palavras escritas, pela inspiração do sentimento. Palavras sentidas, pelo brotar das emoções e da intensidade. Palavras desenhadas, pelo emaranhar dos sentidos. Palavras desfeitas, pelo desalento da caminhada. Palavras contidas, pelo medo do efeito. Palavras floridas, pelo desabrochar dos sentimentos. Palavras doces, pelo sabor da Vida. Palavras duras, pela revolta da incerteza e injustiça. Palavras atitude, pela necessidade do que(m) nos move. Palavras âncora, pelo abraçar e ser porto de abrigo. Palavras viagem, por levar muito de mim para onde "vou". Palavras...
segunda-feira, 27 de março de 2017
Essência
"O essencial é invisível aos olhos. Quem ama vê além da aparência física e é isto que ama: a essência."
Antoine de Saint-Exupéry
segunda-feira, 13 de março de 2017
Monday mood
Hoje de manhã cedo, na viagem de carro para o trabalho, depois de maldizermos as segundas feiras... dissertei com um amigo sobre o facto de exprimirmos, ou não, tudo o que sentimos. É bom ou é mau. Perdemos ou ganhamos. O Mundo vive com verdades escondidas e sentimentos/vontades camufladas. É preciso balancear o que se diz. Mais tarde lembrei-me desta frase...
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