... O porquê de se estar numa relação com alguém e a sentir saudades (com vontades) do que se viveu com outra pessoa. Quando estamos com alguém que Amamos, apesar de as memórias/vivências permanecerem em nós, não temos vontade de recuar e voltarmos a viver ou sentir o que já passou. Isso só quer dizer que: 1) Não amamos quem está o nosso lado e 2) Se calhar ainda amamos o passado. E é aqui que surge a minha dúvida: Que fazemos nós numa relação assim? Enganamo-nos a nós, enganamos o Outro e enganamos a Vida. Que raio de conceito de Amor e Felicidade é que as pessoas têm. Não percebo... Juro que não.
quarta-feira, 25 de maio de 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Coisas que me enervam
A Passividade. Não há pior mal neste Mundo que a passividade. O não tremer por dentro quando algo vai contra os nossos valores. O não agir perante essas situações. O "ter pena" mas não mexer as mãos para ajudar. POR FAVOR! -.-
terça-feira, 17 de maio de 2016
Adormecida...
"Desperta-me de noite
O teu desejo
Na vaga dos teus dedos
Com que vergas
O sono em que me deito
É rede a tua lingua
Em sua teia
É vicio as palavras
Com que falas
A trégua
A entrega
O disfarce
E lembras os meus ombros
Docemente
Na dobra do lençol que desfazes
Desperta-me de noite
Com o teu corpo
Tiras-me do sono
Onde resvalo
E eu pouco a pouco
Vou repelindo a noite
E tu dentro de mim
Vais descobrindo vales."
Desperta-me de noite por Maria Teresa Horta
... mas não morta! ;)
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quinta-feira, 5 de maio de 2016
Mais uma
E assim começa mais uma Queima das Fitas. Ao longe já se ouve... o dedilhar das guitarras, o suspiro da tristeza dos finalistas, a felicidade e orgulho no primeiro trajar dos caloiros, o chorar da Velhinha Cabra por todas as Capas Negras que palmilharam esta Coimbra, o apelo à não partida desta Cidade que o Mondego abraça. Coimbra Ama-se eternamente... cravada na pele, na alma e no coração. Um Amor que não morre, nunca, e perdura numa Capa Negra estendida ao luar. Saudade... é tudo o que fica... Saudade.
"Coimbra:
Nos teus braços vejo o Mundo,
Sem pressa de embarcar.
Agora que chega a hora
Surge a memória
Do que vivi aqui.
Coimbra, ai quem me dera
Parar o tempo e ficar...
Nos teus braços vejo o Mundo,
Sem pressa de embarcar"
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quarta-feira, 4 de maio de 2016
Coisas que enervam (imenso)
... Pessoas com a mania que são espertas. Pessoas que têm a mania que mandam. Pessoas burras que nem um calhau mas que se acham o supra-sumo da inteligência. Pessoas que pensam que os outros são burros quando mandam indirectas subtis, escondidas por entre frases "bem feitas" e sentimentos "nobres". Atitudes, minha gente! Atitudes!
P.S. Conhecem-me muito mal... Não me subestimem! Por vezes, fazer-me de burra é a minha maior vocação! E é caso para dizer... e o burro sou eu?
segunda-feira, 2 de maio de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
domingo, 24 de abril de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
Tudo o que levamos...
... da Vida, é o Bem que fazemos. Não o bem de quem faz para parecer bonito, o Bem que vem de dentro. E hoje estou MUITO Feliz. Já vos falei na PAJÉ. Eu sou voluntária nesta Associação e (a)braço um jovem, o JB. O JB é um menino com o coração do tamanho do Mundo mas com muitas lacunas emocionais e, especialmente, intelectuais. A instituição chutou-o para fora aos 18 anos. Sem família e com as dificuldades que possui, andou pela rua... Passou fome, andou em caminhos complicados. O mentor deste projecto, o meu amigo JPG, foi o seu anjo, desde sempre, e conseguiu salvá-lo desta vida desregrada. Graças ao mentor e agora à PAJÉ, o JB reencontrou caminhos e laços. Sei que o (a)braçarei eternamente dadas as dificuldades inerentes à sua independência. Quando aceito um projecto, seja ele qual for, só o faço porque tenho consciência que estarei de corpo e alma... por inteiro. O JB fez anos esta semana e hoje fizemos uma festa surpresa. E assim me dediquei à festa do JB, em todos os pormenores. A minha querida parceira de (a)braço, M., confeccionou o bolo (divinal). Conheci pessoalmente o JB pela primeira vez! Ainda é mais doce e meigo do que pensava. Como dizia um amigo que levei comigo... É bom e raro ver Humanidade. É bom e raro ver a felicidade de alguém como o JB... que sente que é importante, que não está sozinho. É tão bom e raro sentir o que senti hoje... Gratidão e Felicidade por viver e fazer parte de tudo isto! :)
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quarta-feira, 13 de abril de 2016
O Beijo
"Os nosso olhos, meus e teus, como os nossos olhos
sérios e parados numa certeza, dois espelhos a reflectirem-se,
um lago diante de um lago, uma montanha sempre,
para sempre, diante de uma montanha, os nossos olhos
são essa certeza no momento em que os nossos rostos
começam a aproximar-se, e muito devagar, como um
instante definitivo, fechamos as pálpebras sobre os olhos
porque abrimos universos dentro de nós, e a respiração
que sentimos na pele, que não sabemos se é tua ou minha,
é a respiração que ouvimos como tempestades de
uma hora de pânico e ânsia cega, oceanos à noite, praia
de afogados nocturnos e solitários que dão à costa e,
ao mesmo tempo, marés de verão, risos de crianças
como espuma de ondas, praia de brilho e mar, maré,
respiração que sentimos na pele,
e o tempo pára,
o tempo que passava pára no instante definido concreto,
em que um ponto dos teus lábios toca um ponto simples
de carne sensível dos meus lábios, o tempo é a paisagem
parada à nossa volta, que arde com as chamas de um
incêndio, entro no interior de ti para procurar-te, corro e corro
dentro da tua escuridão, salto troncos caídos, os meus
passos agarram-se à terra e levantam as folhas que
a chuva derrubou dentro de ti, beijo-te como se chorasse,
e tu encontras todos os caminhos dentro de mim, sem
palavras, pedes que te abra estradas e fico a ver-te enquanto
te afastas e te aproximas mais e mais do centro único
do meu interior, da minha única escuridão, beijas-me
como se chorasses, e será sombra, penumbra, ou será uma
explosão de luz, uma força incandescente que explode,
que nos empurra o peito, que nos lança para longe, que nos
lança no ar, que nos dispara no céu, os meus teus lábios
os teus meus lábios,
e o tempo recomeça,
assente num instante medido com uma régua na superfície
limpa livre do tempo, os nossos rostos não querem afastar-se,
mas, na pele sensível, o último toque do último ponto dos meus
e dos teus lábios, e a respiração, há universos que voltam a ser
arrumados, aquilo que tocámos e que explodimos volta
de novo ao seu lugar, e a respiração, estendem-se de novo
os rios, é longo o vento, abrimos as pálpebras sobre os olhos
e somos de novo a segurança da nossa certeza, e os nossos
absolutos olhos, meus e teus, são dois espelhos a reflectirem-se,
são um lago diante de um lago, são uma montanha sempre
para sempre, diante de uma montanha."
José Luís Peixoto
sérios e parados numa certeza, dois espelhos a reflectirem-se,
um lago diante de um lago, uma montanha sempre,
para sempre, diante de uma montanha, os nossos olhos
são essa certeza no momento em que os nossos rostos
começam a aproximar-se, e muito devagar, como um
instante definitivo, fechamos as pálpebras sobre os olhos
porque abrimos universos dentro de nós, e a respiração
que sentimos na pele, que não sabemos se é tua ou minha,
é a respiração que ouvimos como tempestades de
uma hora de pânico e ânsia cega, oceanos à noite, praia
de afogados nocturnos e solitários que dão à costa e,
ao mesmo tempo, marés de verão, risos de crianças
como espuma de ondas, praia de brilho e mar, maré,
respiração que sentimos na pele,
e o tempo pára,
o tempo que passava pára no instante definido concreto,
em que um ponto dos teus lábios toca um ponto simples
de carne sensível dos meus lábios, o tempo é a paisagem
parada à nossa volta, que arde com as chamas de um
incêndio, entro no interior de ti para procurar-te, corro e corro
dentro da tua escuridão, salto troncos caídos, os meus
passos agarram-se à terra e levantam as folhas que
a chuva derrubou dentro de ti, beijo-te como se chorasse,
e tu encontras todos os caminhos dentro de mim, sem
palavras, pedes que te abra estradas e fico a ver-te enquanto
te afastas e te aproximas mais e mais do centro único
do meu interior, da minha única escuridão, beijas-me
como se chorasses, e será sombra, penumbra, ou será uma
explosão de luz, uma força incandescente que explode,
que nos empurra o peito, que nos lança para longe, que nos
lança no ar, que nos dispara no céu, os meus teus lábios
os teus meus lábios,
e o tempo recomeça,
assente num instante medido com uma régua na superfície
limpa livre do tempo, os nossos rostos não querem afastar-se,
mas, na pele sensível, o último toque do último ponto dos meus
e dos teus lábios, e a respiração, há universos que voltam a ser
arrumados, aquilo que tocámos e que explodimos volta
de novo ao seu lugar, e a respiração, estendem-se de novo
os rios, é longo o vento, abrimos as pálpebras sobre os olhos
e somos de novo a segurança da nossa certeza, e os nossos
absolutos olhos, meus e teus, são dois espelhos a reflectirem-se,
são um lago diante de um lago, são uma montanha sempre
para sempre, diante de uma montanha."
José Luís Peixoto
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terça-feira, 12 de abril de 2016
Do Amor
"Quando se gosta de alguém, todas as outras ficam a preto-e-branco e sem sal. Como se o daltonismo não fosse um problema dos olhos, mas uma mensagem que o coração manda, quando já está ocupado pelas cores de alguém."
O meu lado romântico-sonhador está adormecido, mas nunca esquecido. Porque esta frase me fez sorrir hoje pela simplicidade e veracidade! :)
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segunda-feira, 21 de março de 2016
Da minha Coimbra
"Vida tão só
Vida tão estranha
Meu coração tão maltratado
Já nem chorar
Me traz consolo
Resta-me só um triste fado
A gente vive na mentira
Já não dá conta do que sente
Antes sozinha toda a vida
Que ter um coração que mente"
... Só brotam pérolas! Que interpretação magnífica da Estudantina Universitária de Coimbra!
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segunda-feira, 14 de março de 2016
Mudanças
A vida seguiu o seu curso. Eu não Sou a mesma, tu também não. Houve uma altura em que a desilusão manchava a minha visão. Não mancha mais. Estou serena e ACEITO a mudança. Serena mas não contente. Há nós que se desataram, cordas que se partiram... e dificilmente se voltarão a unir. Felizmente, persistem algumas... Mas não as mais valiosas. Aceito mas tenho pena. Já não me (re)conheces. Antes eras um mar, e agora sinto-te um rio. Mas aceito... Porque acima de tudo, se estás bem, eu também. Por isso, aceito(-te).
terça-feira, 8 de março de 2016
Neste Dia...
... e porque ultimamente tenho visto e ouvido barbaridades contra o Ser Mulher:
Lá por se ter nascido com uma vagina não quer dizer que se seja mais fraca, física e psicologicamente. Temos vontades, desejos, convicções, valores... Espantem-se, temos um carácter e personalidade num corpo tão capaz como o de um Homem. Não somos escravas nem submissas de ninguém, contra vontade. Não temos de aceitar assédios e tentativas de sedução sem escrúpulos. Não temos de ser discriminadas numa entrevista de emprego porque queremos ser mães ou porque não temos tanta força física. Por trás de um género, está um Ser Humano... Seja Homem ou Mulher. Deixem essas mentes tacanhas e pequenas para outro século que não este, e saibam valorizar a Pessoa. Talvez nesse dia este Mundo consiga evoluir para algo realmente bom.
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segunda-feira, 7 de março de 2016
Há dias...
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Mas não para qualquer um.
Quantas vezes sozinha no teu quarto
Com silêncios que são mágoas só por si
Olhas-te ao espelho como se à espera de alguém
Mas o tempo, esse, não espera por ti
Até que a noite vai trazendo o amanhecer
Sente saudades de alguém que nunca chegou
Lá fora a vida vai correndo a bom correr
Cá dentro o sonho ainda não acabou
Não faças caso se as ondas voam com o vento
Ou se uma nuvem faz escurecer o mar
É que mais vale um olhar para o mar cinzento
Do que o mar cinzento no olhar
Contas os dias num relógio que parou
Guardas as marcas que te acalmam a vontade
Esperas navios nalgum cais que já secou
Mas cada dia só traz em si a sua eternidade
Não faças caso se as ondas voam com o vento
Ou se uma nuvem faz escurecer o mar
É que mais vale um olhar para o mar cinzento
Do que o mar cinzento no olhar
E apagas velas que nunca sentiste arder
Abres as portas que dão para lado nenhum
Ganhas aos pontos só pelo prazer de perder
Talvez para um qualquer mas não para qualquer um. "
Se as Ondas Voam com o Vento by Quadrilha
Com silêncios que são mágoas só por si
Olhas-te ao espelho como se à espera de alguém
Mas o tempo, esse, não espera por ti
Até que a noite vai trazendo o amanhecer
Sente saudades de alguém que nunca chegou
Lá fora a vida vai correndo a bom correr
Cá dentro o sonho ainda não acabou
Não faças caso se as ondas voam com o vento
Ou se uma nuvem faz escurecer o mar
É que mais vale um olhar para o mar cinzento
Do que o mar cinzento no olhar
Contas os dias num relógio que parou
Guardas as marcas que te acalmam a vontade
Esperas navios nalgum cais que já secou
Mas cada dia só traz em si a sua eternidade
Não faças caso se as ondas voam com o vento
Ou se uma nuvem faz escurecer o mar
É que mais vale um olhar para o mar cinzento
Do que o mar cinzento no olhar
E apagas velas que nunca sentiste arder
Abres as portas que dão para lado nenhum
Ganhas aos pontos só pelo prazer de perder
Talvez para um qualquer mas não para qualquer um. "
Se as Ondas Voam com o Vento by Quadrilha
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domingo, 21 de fevereiro de 2016
Felicidade é...
... Ser convidada como madrinha de casamento, inesperadamente. de um amigo de infância que te é como um irmão! :,)
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
PAJE - Plataforma de Apoio a Jovens Ex-acolhidos
"A maioria das crianças que vivem longos períodos em instituições de acolhimento, são vítimas prematuras das famílias e/ou da sociedade.
Quando atingem a idade adulta, muitos saem dos Lares onde cresceram, sem qualquer apoio de retaguarda.
É comum encontrarmos comprometimento cognitivo e competências sociais frágeis, entre outras adversidades que dificultam as transições para a autonomização, mormente numa época onde os valores como bondade e compreensão escasseiam.
Após mais de 15 anos a apoiar crianças e jovens em acolhimento residencial e recorrendo às conclusões alcançadas no doutoramento concluído em 2014, na Univ. Coimbra, foi entendido criar a Plataforma de Apoio a Jovens Ex-acolhidos - PAJE.
Sob a égide do Instituto de Psicologia Cognitiva e Desenvolvimento Humano e Social (Unidade de I&D da Universidade de Coimbra - IPCDHS/FCT), surge uma Plataforma que visa promover a inclusão, proporcionando apoio em situações burocráticas do quotidiano (IRS, arrendamento, direitos do trabalho, apoios sociais, procura de emprego/formação, etc.), com a ajuda de uma equipa multidisciplinar, que eventualmente criará laços de confiança e interesse mútuo, concorrendo para um contexto securizante, tão necessário para quem já sofreu abandonos.
A PAJE propõe-se prestar igualmente apoio (psicológico, jurídico, aconselhamento/counselling, etc.) de forma informal, colocando os conhecimentos e experiência de profissionais voluntários, ao serviço de quem não foi bafejado pela sorte, numa fase precoce da vida, restituindo um pouco de justiça."
E esta é a PAJE. Um projecto em que o meu querido JPG me inseriu, felizmente. É sem dúvida um Homem de causas, dando tudo o que É e Sente em prol do que Acredita. Ele sabe que sou de emoções e de pessoas. Há uns que vêem e dizem "coitadinhos", há outros que vêem e dizem "vamos lá mudar isso". Implica compromisso e dedicação... mas, muitas vezes só a presença. O saberem que estás lá e não os abandonas mesmo quando o Mundo já o fez, tantas vezes. Então, "vamos lá mudar isso"! :)
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Toque(s)
"Não podendo tocar-lhe, ele olhava-a e imaginava como seria percorrer cada curva e cada recanto daquele corpo.
Só lho confessou mais tarde, quando já lhe tinha tocado a alma.
Primeiro a alma e só depois o corpo. Porque,no caos que era a sua vida, ainda havia uma certa ordem de que ela não abdicava."
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domingo, 14 de fevereiro de 2016
Neste dia de S.Valentim...
Em que passear pelas redes sociais significa levar três injecções de insulina a seguir (:P)... Quero dizer que mesmo sendo contra a comercialização deste dia, é sempre uma mais valia celebrar o Amor. Qualquer forma de Amor...:) Por isso, Feliz (mais um) dia do Amor! ;)
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