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sexta-feira, 3 de março de 2017

Mania das grandezas


Há pouca coisa que me tire de Mim como a típica mania das grandezas. A futilidade e vazio associado a este tipo de "coisas" colocam o meu sistema nervoso ao rubro. Fui criada no meio do Nada onde se tinha Tudo. Fui educada a saber bem onde poupar e onde gastar. Fui educada a dar o melhor de Mim para não passar (ou não deixar passar) pelas agruras que os meus pais passaram para me darem o necessário e indispensável. Lá está... o necessário. Sim, adoro viajar, adoro ir a restaurantes, adoro todas as futilidades aliadas a ser gaja. Mas eu sei quando e onde o posso fazer. Se compro, é porque não tenho... Não é para ter melhor que o X e Y. Não é para me endividar ou passar necessidades básicas para ter o telemóvel e o carro XPTO... Para ter uma mala Michael Kors em vez de uma igualzinha comprada nas feiras. Não sou e nunca fui de "marcas", em nada. Bom gosto aliado ao económico, sempre. E depois há dias assim... em que me desiludo com a mesquinhez e pequenez humana. 

sábado, 20 de agosto de 2016

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

LEMA 2016


Prioridades e reciprocidades iguais.
Se não estou nos primeiros lugares da tua vida, tu ficas fora do pódio da minha.


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Em construção...


"Já tive (tenho) a minha fase de descrédito nas pessoas ... já me isolei, desiludi, já me desapontei com "amigos" e alturas houve em que senti que não valia a pena nem podia confiar em ninguém ... o que mudou? Eu! Com o tempo encontrei o meu equilíbrio e aprendi a ver as pessoas e a própria vida para lá das minhas ilusões e das minhas expectativas; com o tempo aprendi que não podemos exigir aos outros aquilo que não sabem nem podem dar ... com o tempo tornei-me razoável e desmistifiquei a ideia de que temos o direito de exigir aos outros a mesma sinceridade, lealdade, amizade e verdade com que nós os tratamos ... na verdade não temos. Porque o que eu dou de mim aos outros é da minha responsabilidade - ninguém me pediu nada - como tal não devo exigir nada dos outros também. A amizade não é uma moeda de troca em que eu dou à espera de receber... pelo contrário, há que aprender a dar sem esperar nada em troca! A dar pelo prazer de dar, com generosidade, de forma altruísta, a dar pela alegria que sinto mesmo em dar!! Com o tempo aprendes a não esperar nada; a despojar-te de expectativas, a não criar ilusões, a saber combinar a admiração que tens pelas qualidades do teu próximo com a total tolerância que tens que ter pelas suas características menos positivas. Com o tempo aprendes a deixar ir o que te consome, a deixar fluir cada dia e cada momento, a viver no presente e a confiar (sem o peso das expectativas) naquilo que há-de vir..."