Oh meu rico Santo António
Meu Santo namoradeiro
Que este ano não nos dê
Mais um pontapé no traseiro
A ti te agradeço o Amor
E que requintado ele veio
Um carequinha tão cheiroso
Para me adoçar o ano inteiro
Nada mais te tenho a pedir
A não ser concretizações
Sê menos forreta
E alimenta os nossos corações
Este ano a Ribeira te beijou os pés
Com tamanha elegância e devoção
Que o tempo seja mais que perfeito
Para te chegar ao coração
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quinta-feira, 13 de junho de 2019
domingo, 13 de novembro de 2016
Rescaldo
Este fim-de-semana o meu Grupo de Jovens fez uma Caminhada a Fátima. Só posso dizer... É bom Caminhar com eles, é bom Caminhar com Ele. Gosto muito Deles. Coração cheio!
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
PAJE - Plataforma de Apoio a Jovens Ex-acolhidos
"A maioria das crianças que vivem longos períodos em instituições de acolhimento, são vítimas prematuras das famílias e/ou da sociedade.
Quando atingem a idade adulta, muitos saem dos Lares onde cresceram, sem qualquer apoio de retaguarda.
É comum encontrarmos comprometimento cognitivo e competências sociais frágeis, entre outras adversidades que dificultam as transições para a autonomização, mormente numa época onde os valores como bondade e compreensão escasseiam.
Após mais de 15 anos a apoiar crianças e jovens em acolhimento residencial e recorrendo às conclusões alcançadas no doutoramento concluído em 2014, na Univ. Coimbra, foi entendido criar a Plataforma de Apoio a Jovens Ex-acolhidos - PAJE.
Sob a égide do Instituto de Psicologia Cognitiva e Desenvolvimento Humano e Social (Unidade de I&D da Universidade de Coimbra - IPCDHS/FCT), surge uma Plataforma que visa promover a inclusão, proporcionando apoio em situações burocráticas do quotidiano (IRS, arrendamento, direitos do trabalho, apoios sociais, procura de emprego/formação, etc.), com a ajuda de uma equipa multidisciplinar, que eventualmente criará laços de confiança e interesse mútuo, concorrendo para um contexto securizante, tão necessário para quem já sofreu abandonos.
A PAJE propõe-se prestar igualmente apoio (psicológico, jurídico, aconselhamento/counselling, etc.) de forma informal, colocando os conhecimentos e experiência de profissionais voluntários, ao serviço de quem não foi bafejado pela sorte, numa fase precoce da vida, restituindo um pouco de justiça."
E esta é a PAJE. Um projecto em que o meu querido JPG me inseriu, felizmente. É sem dúvida um Homem de causas, dando tudo o que É e Sente em prol do que Acredita. Ele sabe que sou de emoções e de pessoas. Há uns que vêem e dizem "coitadinhos", há outros que vêem e dizem "vamos lá mudar isso". Implica compromisso e dedicação... mas, muitas vezes só a presença. O saberem que estás lá e não os abandonas mesmo quando o Mundo já o fez, tantas vezes. Então, "vamos lá mudar isso"! :)
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sábado, 15 de agosto de 2015
15 de Agosto- A Tradição da Minha Terra
"Numa altura em que muitas pessoas estão de férias, estas festas e romarias assumem-se como um ponto de encontro de excelência, que propicia o reencontro festivo de familiares e amigos.
Estas festas mantêm um forte pendor religioso. A célebre viagem do “Círio” entre a Igreja de Santa Cruz, na Baixa de Coimbra, e Ribeira de Frades é um dos pontos altos das festividades. Com mais de 600 anos de história, esta viagem continua a mobilizar muitos fiéis não só desta localidade como também das freguesias vizinhas. A pé, de bicicleta, carro, mota, trator, cavalo e até em carroças puxadas por animais, são muitos os devotos que acompanham a bandeira com a imagem da santa nesta romaria. A estes “peregrinos” vão-se juntando outros, nas várias localidades por onde passa, e há também quem, à beira do caminho ou nas janelas, saúde a santa e atire flores à sua passagem.
A recriação da viagem do “Círio” é um dos momentos com maior tradição destas festas que acabam por envolver a população da União de Freguesias de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades mas também de todas as localidades por onde passa.
O “Círio” sai da Igreja de Santa Cruz no dia 15 de agosto, às 8h30, e vai percorrer um longo percurso até chegar a Ribeira de Frades. No final do dia, às 19h00, faz o percurso inverso, já não em romaria mas transportado em jipe, até chegar à Baixa." daqui
E é já hoje!!! Pois este dia começa em minha casa por volta das 7h30m com alguns amigos a comer chanfana e beber cerveja antes de ir "esperar a bandeira". Repito... 7h30m da manhã! Imaginem o que vem depois ao longo do dia! :P eheheh
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terça-feira, 30 de junho de 2015
domingo, 29 de março de 2015
O Valor da Vida
Um fim-de-semana cinzento. É bem certo que as pessoas têm de partir mais cedo ou mais tarde... é a lei da Vida e da Morte. Ontem partiu uma "avó" e Hoje partiu uma amiga... 34 anos. O bicho maldito continua a fazer das suas, e não escolhe idades. Hoje penso no Valor da Vida... Da minha e dos que me rodeiam. Hoje estamos aqui, e amanhã? Porque vivemos todos os dias como se fossemos eternos? Porque não vivemos mas sobrevivemos? Porque não beijamos, abraçamos, dizemos, quando sentimos? Porque teimamos em deixar os dias arrastarem no morno, no cinzento... Porquê? Amanhã, O amanhã pode não existir...
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quarta-feira, 18 de março de 2015
Tons de Vermelho
O meu amigo de infância Mário Veloso lança o seu Tons de Vermelho. Um livro INTENSO... Esta palavra que me define tão bem, também é a palavra chave que define as palavras deste livro. Emoções, sentimentos, desejo, Amor, ódio, dor... Recomendo vivamente!
"Tens no teu corpo o mapa do desejo e obrigas-me a percorrê-lo, a conhecer cada lugar profundamente pelo sabor salgado do suor e o aroma de prazer que emana de ti... de nós."
in Tons de Vermelho por Mário Veloso
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quinta-feira, 12 de março de 2015
A minha Terra
Hoje, na RTP2, às 22h50! O Povo Que Ainda Canta, com o tema Gaiteiros de Coimbra! Ribeira de Frades, o expoente máximo da essência de Coimbra!
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Fim-de-semana...
... com os meus "meninos" do Grupo de Adolescentes e Jovens. Vamos (re)lembrar como a Vida é um Dom... e como devemos ter os Seis Sentidos apurados para isso.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Bolinhos e bolinhós
As tradições vão-se perdendo... Quando era adolescente ia sempre aos 'Bolinhos e Bolinhós'. Hoje em dia são poucos os que mantêm essa tradição. Pois eu quero que as minhas sobrinhas saibam o que é! Hoje lá andarei bem mascarada a mostrar-lhes a essência de um Povo e das suas gentes! :D
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sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Dia da Festa de Nª Srª da Nazaré...
... aqui na terrinha! Dias de re(encontros) e muita, muita diversão! Querem saber mais da História? Cliquem aqui ou aqui ;)
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
É tão bom...
... estar naquele limiar do descanso e a começar adormecer, e ser acordada por vizinhos aos berros e a partir coisas. 'E durou pouco?', perguntam vocês. Não, cerca de 20-30 minutos nisto. Devo salientar que a minha casa não tem isolamento, uma vez que moro numa aldeia, e parecia que estavam a ter a discussão no meu quarto. Eu até sou paciente MAS tudo tem limites... e discussões depois da 00h não vão voltar a acontecer. Ou melhor... até podem acontecer mas vão ter visitas de homens fardados. Depois disso, é claro que não consegui adormecer e hoje estou com uma rabugice do pior! -.-
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terça-feira, 17 de junho de 2014
As pessoas não sabem...
... perder. Assim como os miúdos de hoje em dia não sabem lidar com o 'Não'. É igual. Saber perder é uma virtude... Envolve humildade suficiente para perceber que errámos e vontade suficiente para continuar e vencer. Quem não sabe perder também não sabe ganhar. Sim, isto é complicado. É mais fácil atirar pedras e fazer insinuações. É tão mais fácil acusar do que lidar com o facto que se é menos 'bom'.
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quinta-feira, 12 de junho de 2014
E hoje...
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terça-feira, 11 de março de 2014
Taxistas
É raro andar de Táxi, mas por vezes lá tem de ser. É engraçado perceber e ler as pessoas, especialmente os taxistas. Uns não sorriem, mas são cordiais. Outros sorriem, mas são aproveitadores. Uns são de poucas palavras quando se entra, mas de coração cheio. Outros são de muitas palavras, mas de alma vazia. Uns são atiradiços, mas de pura simpatia. Outros são de simpatia forçada e matreiros. Quando se entra num táxi, nunca se sabe quem vamos ler. Há deles que me contam a vida, que exorcizam preocupações, que me tentam seduzir, que me emocionam, quem me elogiam, que me tentam enganar (tem azar que sou mais esperta :P), que me explicam as taxas, que me me fazem rir à gargalhada. Cada pessoa tem a sua essência, é assim na vida em geral. Mas dentro do táxi é um pequeno mundo... Conseguimos ter contacto mais directo com a pessoa, um desconhecido, e a sua maneira de ser. Eu adoro ler pessoas... Seja boa ou menos boa a sua essência, é sempre uma aprendizagem. Eu gosto de taxistas. Como já falei com muitos, é uma profissão ingrata e dura... Muitas vezes um escape à realidade económica. E como me disse um deles um dia: 'Todos nós somos um diamante em bruto... só temos de nos lapidar com a vida' :)
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Rescaldo
Regressada de um fim-de-semana muito cansativo mas com a alma a transbordar de alegria. Mais uma vez... Missão cumprida. Os meus meninos são realmente fantásticos em todos os aspectos e são muito especiais para mim. O meu quarto foi o refúgio para todos... gargalhadas claras, confissões escondidas mas muito... muito companheirismo, respeito e carinho. A nossa fogueira da Fé, e de que tanto falámos ao longo deste dias, veio com uma chama intensa. Por cada um, pelo Grupo e pelo que nos Une... a Fé em Deus.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Mais um fim-de-semana...
... de Retiro com os meus Jovens. Aprofundar o conhecimento individual, o de Grupo e a relação com a Fé e Deus. E o melhor... mesmo juntinho ao mar! Quiaios até já, Coimbra até segunda! ;)
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
O Sr. M
é um Senhor que veio viver há cerca de um ano para a casa ao lado da minha. Inicialmente vivia com um casal que entretanto emigrou para França. Este Sr. é um Ex-Sem Abrigo e continua a combater um cancro na garganta que já lhe tirou parte da língua. Viveu muitos anos na rua da Baixa de Coimbra. É um Sr. muito educado, simples, culto, meigo e muito determinado. Tem uma reforma muito baixa e ficou com todos os encargos de uma casa que inicialmente era dividida pelo casal. De manhã ia (e vai) sempre beber o seu cafezinho ao café da aldeia acompanhado pelo Kiko (o cão que me adoptou e já é mais meu que dele :P). Começámos a estranhar o isolamento dele e o facto de já não sair tanto de casa como no início. Percebendo a causa deste isolamento e a gravidade da situação começámos a oferecer algumas refeições, desinteressadamente e sem que percebesse que sabíamos das dificuldades por que passava. No entanto, percebi que só esta ajuda não chegava. Assim, eu e a minha mãe começámos a oferecer mercearia e a fazer algumas ofertas especificas para o estado de saúde dele. Mas, achámos que ele tinha de ter outro suporte senão voltaria para Coimbra e quem sabe para a mesma vida. Mexemos os pés e mãos e tratámos de ir às unidades mais competentes para o ajudar (IPSS de Freguesia e Segurança Social). Ele agora está sinalizado e embora ainda não tenha apoio 'oficial', tem muito apoio não oficial. Com esta história quero transmitir que fazer o bem e ajudar os outros está só ao alcance da nossa vontade de o fazer. Se realmente olharmos e vermos ao nosso redor, há muita gente e bem próxima que precisa de ajuda. Dá trabalho? Dá! Mas a recompensa de ver alguém feliz e confortável vale tudo. :)
domingo, 29 de setembro de 2013
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