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quarta-feira, 2 de maio de 2018

Perdida


Há fases na Vida em que não sabemos grande coisa sobre nós... Andamos perdidos no turbilhão da Vida. Há tanta coisa que queria dizer, mas não sei como nem o quê. Olho para mim e não vejo cor. Logo eu, que sempre fui tão colorida. O sorriso já não vem fácil. O olhar é cinzento. Há fases complicadas, na Vida e em Nós mesmos. Lutas interiores e exteriores dificeis... As maiores de sempre.  Sei que luto e remo... Mas não sei bem para onde e se é o melhor. A Vida consegue ser ingrata por vezes, mas acredito que é por alguma razão. Só quero que atenue... rápido... Quero a minha Paz, preciso. 

terça-feira, 18 de julho de 2017

Coisas da Vida


Ontem, quando saí do departamento, passei por um casal de meia idade a retirar comida do caixote do lixo. Os caixotes junto das cantinas estão normalmente recheados de comida, ou outros produtos, que diariamente são descartados. O carrinho de mão que traziam denuncia uma prática recorrente. Estas situações dão-me sempre um aperto no estômago. Tentar perceber o ponto de desespero ou necessidade que leva alguém a procurar comida num caixote do lixo, diariamente. É só muito triste.

domingo, 9 de julho de 2017

terça-feira, 13 de junho de 2017

Dia de Sto. António


Ó meu rico Sto. António
Meu Santo de devoção
Tantas fogueiras saltei
Que me deste finalmente a mão

A chave única que te dei
O estrangeiro a ganhou
Abriu o meu coração
Mas que a dúvida tomou

Neste teu dia solene
Pouco mais tenho a pedir
Só que me dês uma ajudinha
Que tenho uma sorte de fugir

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Barreiras


As relações humanas são difíceis de gerir, em qualquer contexto. Em qualquer relação é preciso sentir-se importante, dar importância e Ser importante. Sem estes três factores, em uníssono, as relações acabam por se esvair no tempo e no espaço. Não somos todos iguais na maneira de demonstrar importância, é certo. Mas, pelo menos podemos/devemos valorizar e demonstrar a quem nos dá importância. 

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Dignidade


A imprensa divulgou nas redes sociais um vídeo em que um rapaz coloca as mãos dentro das calças de uma rapariga, dentro de um autocarro, na zona do Porto. Primeiro, para mim este vídeo evidencia a sociedade em que vivemos. O que interessa é curtir a vida sem laços com nada nem ninguém... Inconsciência, irresponsabilidade, frieza, falta de escrúpulos, valores efémeros. Segundo, a revolta pela passividade e divertimento dos que assistiam perante o abuso. Terceiro, a podridão dos "media" que divulgam, sem crivo algum, este tipo de vídeo com exposição mediática e desumana dos intervenientes. Para mim, este é um vídeo de excessos de álcool ou drogas de ambas as partes. Contudo, nada justifica o atentado à dignidade humana que esta rapariga sofre... pelos motivos já ditos. Como é possível isto acontecer nos dias de hoje, com toda a informação que as gerações mais novas recebem e têm acesso? Onde é que perdemos a humanidade nas emoções e sentimentos? É só muito triste e revoltante. Espero sinceramente que a devida justiça seja feita. 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

SNS


O nosso sistema nacional de saúde é simplesmente INTRAGÁVEL! São incompreensíveis certas situações!

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Das sortes


Espero que um dia isto dê uma história muito engraçada... Porque de momento não acho piada nenhuma! Mas nenhuma mesmo! -.-

Pensamento do dia


segunda-feira, 27 de março de 2017

Pior...


... que ser segunda feira é: Ser segunda feira e aturar gente parva pela manhã!

quinta-feira, 16 de março de 2017

O meu "pupilo"


... (Ou Escravo como gosto de lhe chamar XD) é nada mais nem menos que a Dóris do Nemo. Digo-lhe uma coisa agora e passado um segundo já não se lembra ou baralhou tudo! Isto não seria grave se não estudasse/trabalhasse num laboratório cheio de reagentes e processos químicos perigosos. Socorrroo!

terça-feira, 14 de março de 2017

Uma pessoa...


... tem de aturar cada alminha mais vazia e com mau íntimo, que chega a ser surreal. Mexam com os meus e mexem comigo... E depois, aguentem-me. 

segunda-feira, 13 de março de 2017

Monday mood


Hoje de manhã cedo, na viagem de carro para o trabalho, depois de maldizermos as segundas feiras... dissertei com um amigo sobre o facto de exprimirmos, ou não, tudo o que sentimos. É bom ou é mau. Perdemos ou ganhamos. O Mundo vive com verdades escondidas e sentimentos/vontades camufladas. É preciso balancear o que se diz. Mais tarde lembrei-me desta frase... 

sexta-feira, 3 de março de 2017

Mania das grandezas


Há pouca coisa que me tire de Mim como a típica mania das grandezas. A futilidade e vazio associado a este tipo de "coisas" colocam o meu sistema nervoso ao rubro. Fui criada no meio do Nada onde se tinha Tudo. Fui educada a saber bem onde poupar e onde gastar. Fui educada a dar o melhor de Mim para não passar (ou não deixar passar) pelas agruras que os meus pais passaram para me darem o necessário e indispensável. Lá está... o necessário. Sim, adoro viajar, adoro ir a restaurantes, adoro todas as futilidades aliadas a ser gaja. Mas eu sei quando e onde o posso fazer. Se compro, é porque não tenho... Não é para ter melhor que o X e Y. Não é para me endividar ou passar necessidades básicas para ter o telemóvel e o carro XPTO... Para ter uma mala Michael Kors em vez de uma igualzinha comprada nas feiras. Não sou e nunca fui de "marcas", em nada. Bom gosto aliado ao económico, sempre. E depois há dias assim... em que me desiludo com a mesquinhez e pequenez humana. 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Só a mim


Se uma doença de pele na cara já é mau e raro, imaginem duas juntas... Bingo! Se me virem, não pensem que era o vinho tinto que era bom... sou mesmo eu com dermatite e rosácea no rosto. Vou jogar no euromilhões. Com esta pontaria, ganho de certeza. -.-

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Há!


"Há pessoas que estão rasgadas por dentro e que recusam ser remendadas. E, por muito que queiramos, não há nada que possamos fazer por elas, porque se alimentam das suas próprias feridas e dor. E, inevitavelmente, acabam por tornar-se num veneno p'ra si mesmas.
E p'ra nós. Se deixarmos."